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Etapas da Vida

Etapas da Vida

Etapas da Vida

Veja como se planejar em busca de melhor qualidade de vida. O conhecimento faz toda diferença para atingir seus objetivos.


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Nascimento

O ideal quando se pensa em aumentar a família é planejar cada detalhe para a chegada deste novo integrante.



Nascimento

Quando se decide ampliar a família é fundamental ter consciência de que muitas mudanças fazem parte dessa escolha. Sonhos, dúvidas e expectativas são muito naturais nessa etapa da vida.

Os pais querem organizar todos os detalhes para que a chegada do novo membro da família seja perfeita. Eles devem ter em mente que será necessário rever também o planejamento financeiro da família para garantir que os sonhos caibam em seu orçamento. Procure conversar com quem já passou por essa fase, as experiências de familiares e amigos podem ajudar a planejar esse momento tão especial.

 



Planejamento

É importante se planejar para cada etapa da vida, pois o planejamento financeiro é um pilar essencial para quem deseja conquistar uma vida financeira tranquila. Quando se deseja ter um filho é preciso tomar decisões que envolvem estratégias de consumo, poupança, investimento e proteção para o novo membro da família.

Definitivamente, não é um sonho barato. Os gastos com a chegada do bebê são bem altos, mas, se planejadas com antecedência, as despesas serão diluídas, adequando-se ao seu orçamento familiar. Portanto se organize e comece a planejar o quanto antes.

A capacidade para realizar e implementar este planejamento, que envolve decisões de poupança e de consumo, pode garantir as condições necessárias para se alcançar com tranquilidade a realização pessoal e familiar.

 

Orçamento Familiar

A chegada de um filho sempre envolve gastos que impactam o orçamento familiar. Desembolsos com fraldas, roupas, alimentação, brinquedos, plano de saúde, remédios e creche são alguns exemplos de despesas que farão parte do novo orçamento da família.

Se você já montou seu orçamento familiar, basta adicionar as despesas desse novo integrante da família e reorganizar o orçamento para mantê-lo equilibrado.

Caso você ainda não tenha organizado o orçamento, não perca mais tempo, comece logo a cuidar das finanças de sua família!

Em uma planilha eletrônica ou mesmo em um caderno registre as receitas (ganhos); anote as despesas (gastos) de curto, médio e longo prazos; verifique a economia familiar (receitas - despesas); planeje uma poupança para imprevistos e também formas de investimento para o futuro.  Aproveite cada momento de seu filho, sem se desesperar com transtornos financeiros que podem ser evitados com organização e planejamento.

Os pais são os responsáveis por garantir os meios para o desenvolvimento saudável e feliz desse novo membro da família.

Saiba como elaborar seu orçamento 

 

Proteção financeira

É natural os pais se preocuparem com o futuro dos filhos que dependem financeiramente deles para o seu sustento. Nesse sentido, ao elaborar o planejamento financeiro, os pais podem contratar produtos que visem garantir a proteção financeira de sua família, bem como investir para a realização de sonhos futuros.

Seguro de Vida e Acidentes Pessoais

Embora os pais sonhem em participar da criação de seus filhos até que eles conquistem sua independência, todos estão sujeitos a eventualidades. Para uma eventual fatalidade, que acarrete o falecimento de um dos pais, pode ser contratado um seguro de vida e/ou de acidentes pessoais, tendo como  beneficiário o cônjuge ou parceiro sobrevivente, outra pessoa responsável pela criação do menor ou, ainda, o próprio menor. Nesse caso, é necessário determinar de quanto a família precisaria para manter o padrão de vida na ausência de seu provedor.  Para esse cálculo devem ser considerados a renda do segurado (pai ou mãe), as despesas gerais da família, as despesas futuras, os gastos adicionais para a criação dos filhos, e se existem bens e investimentos que possam amortizar essas despesas.

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Produtos de Acumulação 

Os pais também podem contratar investimentos com o objetivo de acumular recursos financeiros para o custeio dos gastos  dos filhos no futuro, como despesas com a faculdade, uma viagem ao exterior, a compra do primeiro carro ou o início do próprio negócio, por exemplo.

VGBL (Vida Gerador de Benefícios Livres) e PGBL (Plano Gerador de Benefícios Livres) são planos por sobrevivência (de seguro de pessoas e de previdência complementar aberta, respectivamente) que, após um período de acumulação de recursos (período de diferimento), proporcionam aos investidores (segurados e participantes) uma renda mensal - que poderá ser vitalícia ou por período determinado - ou um pagamento único. O primeiro (VGBL) é classificado como seguro de pessoas, enquanto o segundo (PGBL) é um plano de previdência complementar.

A principal diferença entre os dois reside no tratamento tributário dispensado a um e outro. Em ambos os casos, o imposto de renda incide apenas no momento do resgate ou recebimento da renda. Entretanto, enquanto no VGBL o imposto de renda incide apenas sobre os rendimentos, no PGBL o imposto incide sobre o valor total a ser resgatado ou recebido sob a forma de renda.

No caso do PGBL, os participantes que utilizam o modelo completo de declaração de ajuste anual do I.R.P.F podem deduzir as contribuições do respectivo exercício, no limite máximo de 12% de sua renda bruta anual. Os prêmios/contribuições pagos a planos VGBL não podem ser deduzidos na declaração de ajuste anual do I.R.P.F e, portanto, este tipo de plano seria mais adequado aos consumidores que utilizam o modelo simplificado de declaração de ajuste anual do I.R.P.F ou aos que já ultrapassaram o limite de 12% da renda bruta anual para efeito de dedução dos prêmios e ainda desejam contratar um plano de acumulação para complementação de renda.

Em casos de dúvidas sobre questões tributárias, orientamos consultar a Secretaria da Receita Federal do Brasil.

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Estudos

Boas condições de estudo podem ser um grande diferencial para o desenvolvimento de uma pessoa.



Estudos

O futuro e a educação de seus descendentes são grandes preocupações das famílias. Boas condições de estudo podem ser um grande diferencial para o desenvolvimento de uma pessoa. Por isso, a educação é muito importante no planejamento pessoal e familiar.



Pagar os estudos

Mais do que pagar as mensalidades, é necessário renda para manter a saúde e boas condições para a seguir estudando. Até quem estuda em instituições públicas, ou consegue bolsa de estudo, pode ter gastos com material didático, transporte e alimentação, sobretudo no ensino superior.

Os gastos com a educação não são uniformes ao longo do ano. No início do período letivo são maiores com a compra de livros, material escolar e pagamento de matrículas. Durante o ano pode haver despesas mensais com atividades extracurriculares, materiais e aulas de reforço.

Faculdade privada ou pós-graduação exigem uma preparação ainda maior envolvendo um gasto adicional expressivo com mensalidades. Sendo assim, é importante que a formação de uma poupança para esse tipo de despesas comece a ser feita o mais cedo possível.

Planejamento

O peso das despesas com educação pode ser atenuado se tiver sido constituído um planejamento com a previsão de uma reserva aplicada em produtos financeiros para este fim.

Poupança, Certificados de Depósitos Bancário a prazo, Tesouro Direto, PGBL e VGBL são algumas das opções que existem. Entre estas, encontram-se produtos especificamente dirigidos a jovens.
Os pais podem constituir um depósito, em nome dos filhos, a fim de fazer uma poupança para pagar os estudos.

Antes de escolher o produto, as suas características devem ser analisadas, lendo atentamente as condições contratuais.

Prestar atenção aos prazos de carência, vencimento da aplicação, resgate antecipado e às eventuais taxas de penalização é essencial para uma escolha correta e consciente!

Comparar alternativas comercializadas pela mesma instituição de crédito ou por outras instituições é a melhor forma de realizar a escolha mais adequada ao seu objetivo e perfil.

Crédito para estudantes

Crédito Educacional

As despesas com o ensino superior podem também ser custeadas com recurso a crédito bancário. Existem produtos de crédito destinados a este fim, como o crédito universitário com garantia mútua (com apoio do Estado) ou o crédito pessoal com a finalidade educação. O reembolso destes créditos é, em geral, exigido após conclusão dos estudos. Nessa altura, o estudante deverá ter condições financeiras para pagar o empréstimo que obteve.

 

Cartão de Crédito

Ao entrar no ensino superior é possível abrir uma conta corrente universitária e emitir um cartão de crédito.

O cartão de crédito é ao mesmo tempo um instrumento de pagamento e um produto de crédito. É importante avaliar as características e os custos do cartão, através da leitura atenta da informação contratual, se optar por o adquirir aos juro, taxas e anuidades que podem ser cobrados.

Por isso, é necessário ter especial atenção aos prazos em que os movimentos efetuados são debitados na conta à ordem para evitar o pagamento de juros associados ao cartão.

Proteção financeira

Seguro Educacional

O principal objetivo do seguro educacional é auxiliar nas despesas com educação, principalmente mensalidades escolares, em caso de desemprego, invalidez ou morte do responsável pelo aluno. O seguro garante o estudo de crianças e adolescentes, do maternal até a conclusão do curso superior.

Colégios e universidades podem oferecer, em parceria com seguradoras, planos coletivos de seguro, objetivando reduzir a inadimplência.

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Produtos de acumulação

É possível contratar planos de acumulação, como por exemplo PGBL ou VGBL, para menores de idade. É uma acumulação de longo prazo atrelada à segurança de uma renda futura vitalícia ou temporária.

Os planos permitem o resgate dos recursos após cumprida a carência inicial de, no máximo, dois anos.

Algumas instituições oferecem planos para garantir a educação de menores de idade, o chamado seguro educacional.

Os recursos acumulados no plano poderão, por exemplo, custear os estudos numa faculdade, curso no exterior, ou auxiliar a iniciação profissional, com a montagem de um consultório ou escritório no futuro.

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Férias

As férias são momentos para se divertir, descansar, esquecer os problemas do dia a dia e recuperar as energias para mais um ano de trabalho!



Férias

As férias são, geralmente, o momento mais esperado do ano. Nada mais justo, um excelente motivo para descansar e sair da rotina, seja sozinho, na companhia de amigos ou com a família.

Nessa etapa tão esperada, só não se pode relaxar com o orçamento! Lembre-se de se preparar com antecedência para evitar preocupações; planeje cada detalhe para antes, durante e depois de sua viagem. 

As férias sempre envolvem algumas despesas, dessa forma a melhor maneira para se organizar é reservar uma poupança para desfrutar, sem estresse, desses momentos especiais.

 

 



Planejamento

O que pretende fazer nas suas férias?

Existem muitas alternativas, você pode ficar em casa ou viajar, passear sozinho ou acompanhado, mas, independentemente do que escolher fazer, tenha sempre em mente que esse período requer planejamento.

Se seu desejo for realizar uma viagem, isso pode representar um grande gasto que precisa ser planejado para que tudo saia perfeito. Ao longo do ano você pode fazer uma poupança com a finalidade de arcar com as despesas das férias sem gerar desequilíbrio em seu orçamento.

Pesquisar detalhes de transporte, estadia, alimentação e passeios, assim como os gastos que cada um vai gerar, é essencial para não ter dor de cabeça quando voltar à rotina. E não se esqueça de que as suas contas ainda estarão te esperando quando você voltar das férias, portanto reserve também o dinheiro para pagar a suas despesas rotineiras.

Com o planejamento financeiro adequado será mais fácil relaxar, controlar os gastos e evitar o acúmulo de dívidas ao retornar. Afinal, as únicas coisas que você quer guardar de suas férias são as lembranças e fotos, certo?!

 

Despesas com as férias

Você pode optar por não viajar, mas mesmo ficando em casa, pode ter despesas extras durante as férias. Existem passeios em sua própria cidade que podem ajudá-lo a sair da rotina, como visitar parques, museus, exposições, praias, pontos turísticos, dentre outros. Também pense na possibilidade de fazer viagens curtas para visitar e conhecer cidades vizinhas. Lembre-se de reservar uma quantia para despesas com transporte, ingressos, alimentação e compras.

Se escolher viajar, provavelmente seus gastos serão bem maiores, desta forma você vai precisar estar ainda mais atento ao seu orçamento. Vários fatores podem influenciar as suas despesas: o período da viagem, o meio de transporte, o tipo de hospedagem, se vai sozinho ou em família, se o destino é nacional ou internacional, etc.

Algumas opções devem ser levadas em conta na hora de calcular as despesas:

Período da viagem

Se você não estiver estudando ou se não tiver filhos em idade escolar, vale a pena escolher um período distinto das férias escolares e dos feriados. Os custos da viagem costumam ser menores e os destinos mais tranquilos em épocas fora dessa temporada. 

Transporte

  • Carro 

Você pode optar por usar o próprio veículo, mas lembre-se de fazer a revisão antes de ir para a estrada, pois é fundamental para evitar imprevistos e garantir a sua segurança e de sua família. Essa opção pode representar uma grande economia se a viagem for em família ou com amigos, mas, nesse caso, deve-se ter uma atenção especial para que a bagagem de todos possa ser acomodada no veículo. Além da despesa com revisão, também devem ser consideradas as despesas com combustível, pedágios, estacionamentos etc.

  • Ônibus ou trem 

É preciso ter em conta o preço e o tempo que se gasta com esse meio de transporte.  A compra antecipada de passagens pode gerar alguma economia, mas avalie a possibilidade de ter que desmarcar sua viagem e leve em consideração a compra de passagens que permitam remarcação ou reembolso.  Tenha cuidado extra com sua bagagem tanto na estação, quanto no transporte. Fique atento para não sofrer perdas indesejáveis. 

  • Avião

É sempre o meio mais rápido para viajar, mas os custos costumam ser também os mais elevados. A despesa com passagens costuma ser menor quando a compra é realizada com antecedência e quando você utiliza programas de milhas, mas avalie a possibilidade de ter que desmarcar sua viagem e leve em consideração a compra de passagens que permitam remarcação ou reembolso. Atenção, cuidado com os limites de bagagem das companhias aéreas para não ter que arcar com custos extras na hora de viajar.

  • Navio

Se você tiver mais tempo para sua viagem poderá fazer um cruzeiro. Geralmente são ofertados pacotes turísticos para esse tipo de transporte, mas você deve levar em conta a cobrança de taxas extras e de algumas despesas como internet, passeios, translados, bebidas, bem como se é mais em conta adquirir um pacote específico para cobrir essas despesas. 

Hospedagem

  • Casa de parentes ou amigos

Sem dúvida é a opção mais em conta, uma vez que você não vai precisar pagar pela hospedagem. Apesar disso, essa opção requer uma dose de bom senso. Arcar com despesas como alimentação pode ser recomendável. Também é conveniente observar os hábitos e costumes da família para que a convivência seja agradável para todos.

  • Aluguel por temporada

Costuma ser uma opção mais em conta para quem viaja em família ou com amigos e que está disposto a abrir mão de serviços (alimentação, serviço de quarto etc.). Existem sites específicos para contratar esse tipo de hospedagem, mas verifique o que é oferecido e fique atento aos comentários para não entrar em ciladas.

  • Hotel ou Hostel

A escolha depende muito do seu estilo.

O hotel é a melhor opção para viajantes que desejam mais privacidade e que preferem contar com mais opções de conforto e serviços. Nesse caso, para não ter surpresas com despesas extras no check-out (saída), no momento da reserva convém consultar o que está e o que não está incluído na diária.

O Hostel ou albergue pode dispor de acomodação individual ou coletiva, além de áreas comuns e de convivência. Os preços geralmente são mais baixos, mas também costumam oferecer menos serviços. É o tipo de hospedagem indicada para quem viaja sozinho, que deseja fazer uma viagem mais em conta e está disposto a abrir mão de certas regalias. Costuma ser ideal para quem deseja conhecer gente nova e fazer amizades. 

Alimentação

Você pode encontrar opções de hospedagem com café da manhã, meia pensão (geralmente café da manhã e jantar) ou pensão completa (café da manhã, almoço e jantar). Existem também pacotes com direito a all inclusive e open bar, onde todos alimentos (inclusive lanches), bebidas e alguns serviços estão incluídos. As despesas são incluídas na diária da hospedagem contratada.

Você também pode optar por fazer todas as refeições por sua conta, no local ou fora, de acordo com o tipo de hospedagem que escolheu. Nesses casos, as despesas com alimentação devem ser bem estimadas pois tendem a variar bastante. 

Translados

Lembre-se de incluir nas suas despesas os custos de deslocamento de seu ponto de chegada (aeroporto, rodoviária, estação ferroviária, porto) ao seu local de hospedagem e vice-versa. Você pode utilizar serviço de táxi ou transportadoras locais, ou ainda alugar um carro por temporada. Despesas com tarifas, aluguel, seguro e combustível, conforme o caso, devem ser consideradas em seu orçamento. 

Passeios

Você pode contratar pacotes fechados de excursão se estiver disposto a pagar a mais por esse serviço e não quiser ter o trabalho de pesquisar todos os detalhes da viagem. Lembre-se que esse serviço tem horário para começar e para terminar, e que os passeios são realizados em grupo. As despesas com pacotes costumam ser pagas antecipadamente.

Se quiser ter mais liberdade em relação a horários e opções de passeios, você pode elaborar previamente o seu próprio roteiro. Nesse caso, considere as despesas com transporte e com o pagamento de ingressos para determinadas atrações. 

Compras

Se você pretende comprar souvenirs (lembrancinhas) para guardar memórias de suas viagens ou para presentear parentes e amigos, estipule uma quantia prévia para esses gastos, assim não correrá o risco de ultrapassar seu orçamento.

 

Proteção financeira

Em uma viagem, mesmo com tudo planejado e calculado, podem acontecer imprevistos indesejáveis. Por isso, além de ter uma reserva de emergência, é importante estar atento a serviços de proteção financeira que podem ser contratados para minimizar os contratempos.

Seguro Viagem

Destino escolhido, passagens compradas, hotéis reservados, mas, apesar de praticamente tudo ter sido planejado, é preciso ter em mente que estamos sujeitos a imprevistos em todos as etapas da vida.

Ninguém está livre de ter a bagagem extraviada pela transportadora, sofrer uma queda e fraturar algum membro, sentir algum mal-estar que requeira atendimento médico, ou, até mesmo, algo mais grave.

Passar por essas situações em um local distante de sua residência pode gerar gastos muito elevados, sobretudo em viagens internacionais. Isso, provavelmente, pode transformar a sua viagem de lazer em um imenso transtorno!

O seguro viagem garante uma indenização no caso de ocorrência de riscos cobertos durante o período da viagem, que engloba o embarque, a estada e o retorno do viajante.

Saiba mais  

Carta Verde

Quem pretende viajar de carro precisa estar atento para a contratação de Carta Verde, um seguro de responsabilidade civil obrigatório para proprietários ou condutores de veículos (particulares ou de aluguel) não matriculados no país de ingresso, em caso de viagem internacional a países membros do MERCOSUL.

Saiba mais 

 

 

Emprego

Quando se inicia uma vida profissional, novas responsabilidades e perspectivas surgem!



Emprego

Ter o seu próprio dinheiro possibilita a realização de muitos desejos, mas para isso é preciso saber lidar com despesas, rendimentos e produtos financeiros.

Defina suas necessidades e prioridades para avaliar se é a hora de abrir uma conta bancária, ter um cartão de crédito ou contratar um seguro. É importante conhecer as características e custos destes serviços.



Orçamento pessoal

O início de uma atividade profissional é uma mudança significativa na vida das pessoas. Seja em um emprego fixo ou por conta própria, quando se começa a trabalhar, além da nova fonte de renda, surgem despesas com as quais é preciso lidar.

Pode ser necessário aumentar os gastos com a alimentação fora de casa, transportes e vestuário, às vezes, ocorre até a mudança de residência. Esses fatores podem gerar muitos custos novos, o que leva à necessidade de definir e controlar seu orçamento. Saiba mais sobre orçamento

Após analisar os ganhos obtidos no seu trabalho e seus gastos obrigatórios, é hora de traçar seus objetivos e se planejar para alcançá-los de acordo com as suas possibilidades.

Abaixo, entenda como poupar, investir e proteger seu dinheiro para uma vida mais tranquila.

Poupar e investir

O seu orçamento disponível pode variar ao longo da vida. Por isso é sempre bom reservar parte do que recebe não só para emergências, mas também para seus projetos e sonhos.

Comece a poupar para comprar uma casa, um carro, uma viagem ou algo que você deseja. Também é a hora de começar a pensar na aposentadoria! Sim, quanto antes melhor e mais fácil!

O rendimento pode aumentar ou diminuir ao longo da vida. Isto deve ser considerado quando for adquirir um automóvel, uma casa ou outros bens de valor relativamente elevado. O ideal é reunir algum dinheiro antes, para evitar o endividamento excessivo. 

Se o dinheiro for aplicado em um produto financeiro, analise atentamente as informações contratuais de taxas e prazos.

Proteção financeira

São muitas contas que temos que pagar todos mês, imagina se algo inesperado acontece gerando novos gasto? Como você vai manter seu padrão de vida se ocorre algum acidente ou se perde o emprego?

Para evitar que os imprevistos façam um estrago em suas finanças, o ideal é que, no início de cada mês, você reserve parte da sua renda para a construção de um fundo de emergência. É possível abrir uma poupança, investir e contratar seguros que permitam lidar com esses imprevistos de maneira mais tranquila.

Se preparar para a aposentadoria também é muito importante! Além de fazer as contribuições para Previdência Social (INSS ou Instituições semelhantes), analise a possibilidade de contratar um plano de Previdência Complementar (Privada), isto proporcionará manter seu padrão de vida mesmo após parar de trabalhar.

Trabalhador

Inicialmente, gostaríamos de esclarecer que estamos considerando que Trabalhador é todo indivíduo que se dispõe a vender sua força de trabalho, de forma autônoma ou assalariada, habitual ou eventual.

Os riscos e prevenções que podem influenciar cada tipo de trabalhador são diferentes e devem ser analisadas caso a caso.

No trabalho assalariado (emprego) há um contrato, que estabelece o valor do salário, as condições do serviço prestado e configura um vínculo empregatício. Nesses casos, existem direitos e deveres trabalhistas estabelecidos em lei (CLT) e o empregador assume os riscos da atividade.

 O autônomo não possui vínculo empregatício, não é subordinado a ninguém e faz sua própria rotina de trabalho. O trabalhador autônomo presta serviço eventualmente e assume o risco da atividade.

Seguros de vida e acidentes pessoais

É normal que as pessoas vivam com o dinheiro da venda de sua força de trabalho. Muitas vezes o rendimento do trabalho de uma pessoa ainda sustenta outros familiares. O que poderia acontecer se alguma fatalidade ocorresse e o impossibilitasse de trabalhar?

Principalmente se a pessoa for autônoma, alguns dias parado por causa de um acidente pode causar um impacto muito grande nas contas!

Um trabalhador assalariado possui mais alguns direitos em caso de acidente, mas contar somente com os benefícios do INSS pode não ser suficiente para manter o seu padrão de vida.

Quando o trabalhador sustenta outras pessoas, algo que o impossibilite de receber o seu salário ou até mesmo o seu falecimento tem consequências ainda mais graves no orçamento da família.

Para se proteger contra esses riscos financeiros, podem ser contratados seguros de vida ou seguros de acidentes pessoais.
Nesse caso, o ideal é calcular de quanto a família precisaria para manter o padrão de vida na ausência de seu provedor.  Para esse cálculo devem ser considerados a renda do segurado (trabalhador), as despesas e se existem bens e investimentos que possam amortizar essas despesas.

Saiba mais

Seguro por desemprego involuntário

A Constituição Federal do Brasil prevê uma assistência financeira temporária à pessoa que fique desempregada sem justa causa. Esse Seguro-Desemprego faz parte do sistema de seguridade social nacional e conta com os recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), vinculado ao Ministério da Economia.

Paralelamente ao direito do empregado com carteira assinada, o mercado privado de seguros também oferece coberturas para diminuir o impacto financeiro do desemprego involuntário ou perda de renda temporária. No entanto, o seguro privado não tem as mesmas características do público, em geral, as proteções são limitadas e com critérios específicos.

No mercado de seguros, existem garantias que podem ser contratadas separadamente ou como coberturas adicionais de alguns seguros de pessoas ou de danos. Em geral, as seguradoras comercializam essas coberturas relacionadas ao seguro prestamista e seguro educacional, exigindo alguns critérios que variam de acordo com a empresa, mas podem abranger tempo de carteira profissional assinada e motivos de demissão, sendo essas regras definidas pela política de aceitação de cada empresa.

O seguro prestamista garante a liquidação de uma dívida ou, principalmente no caso de seguro por desemprego ou perda de renda, o pagamento de um determinado número de prestações assumidas pelo segurado.

Caso o segurado entre em inadimplência decorrente de desemprego involuntário e esteja sem receber remuneração alguma, o seguro garante o pagamento de algumas parcelas do financiamento ou, eventualmente, a quitação total do saldo devedor de dívidas contraídas. Assim, preste atenção ao contrato de seguro assinado e, se estiver em dúvida, procure seu corretor de seguros.

Também é possível contratar a cobertura adicional de perda de renda por incapacidade física temporária. Esta cobertura poderá ser acionada quando o segurado não tiver condições de trabalhar, por um determinado período estabelecido no contrato, devido a alguma incapacidade física, decorrente de acidente e/ou doença. 

Saiba mais sobre seguro prestamista

O seguro educacional auxilia nas despesas com educação, principalmente as mensalidades escolares, em caso de desemprego, invalidez ou morte do responsável financeiro pelo aluno.

A cobertura para perda de emprego no seguro educacional, na maioria das vezes, garante o pagamento do valor das mensalidades por três meses, apenas uma vez durante a validade do seguro educacional, mas isto pode variar de contrato para contrato, mediante negociações com a seguradora. Caso você volte a trabalhar antes desse prazo, deve comunicar à escola que avisará à seguradora para interromper a indenização.

Se o responsável pelo aluno for demitido, é necessário informar à seguradora, apresentar a Carteira Profissional e uma declaração informando o motivo da demissão.

Saiba mais sobre seguro educacional

O microsseguro é um plano de seguro destinado às pessoas de baixo poder aquisitivo e aos microempresários individuais (MEI). Pode englobar várias coberturas, dentre elas, as garantias contra os riscos de desemprego e de perda de renda.

A cobertura de desemprego no microsseguro - garante indenização, em forma de renda mensal temporária, em decorrência da ausência involuntária do segurado ao emprego formal remunerado, comprovado por carteira de trabalho, limitada ao prazo máximo estabelecido no contrato de seguro.

A cobertura de perda de renda no microsseguro - essa é uma cobertura de danos (bens) e consiste no pagamento de indenização pela perda da renda que o segurado - tipicamente, um microempresário - deixou de receber pela impossibilidade de continuar trabalhando com o equipamento segurado devido à ocorrência de evento coberto pelo microsseguro (incêndio, raio, explosão, vendaval, granizo, alagamento, desmoronamento, danos elétricos, roubo e furto qualificado).

Os microsseguros apresentam limites máximos de indenização estabelecido por normas da SUSEP. 

Saiba mais sobre Microsseguro.

Seguro de Responsabilidade Civil

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Previdência Complementar Aberta

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Dono do próprio negócio (Empresário)

Todos estamos expostos diariamente a diversos riscos, o mesmo acontece com a sua empresa. A diferença é que a sobrevivência dos negócios depende essencialmente de sua saúde econômica, e qualquer acidente de alto custo pode ser fatal.

Portanto, o seguro é fundamental para o bem-estar de uma empresa.

SEGUROS EMPRESARIAIS

Primeiramente, o empresário deve saber quais seguros são determinados obrigatórios por lei ao seu negócio, o art. 20 do Decreto-Lei 73/1966 lista todos eles:

  • danos pessoais a passageiros de aeronaves comerciais;
  • responsabilidade civil do proprietário de aeronaves e do transportador aéreo;
  • responsabilidade civil do construtor de imóveis em zonas urbanas por danos a pessoas ou coisas;
  • bens dados em garantia de empréstimos ou financiamentos de instituições financeiras pública;
  • garantia do cumprimento das obrigações do incorporador e construtor de imóveis;
  • garantia do pagamento a cargo de mutuário da construção civil, inclusive obrigação imobiliária;
  • edifícios divididos em unidades autônomas;
  • incêndio e transporte de bens pertencentes a pessoas jurídicas, situados no País ou nele transportados;
  • crédito à exportação, quando julgado conveniente pelo CNSP, ouvido o Conselho Nacional do Comércio Exterior (CONCEX);
  • danos pessoais causados por veículos automotores de vias terrestres e por embarcações, ou por sua carga, a pessoas transportadas ou não;
  • responsabilidade civil dos transportadores terrestres, marítimos, fluviais e lacustres, por danos à carga transportada.

Posteriormente, deve se identificar os riscos aos quais seus negócios estão inerentes, quais deles se consegue mitigar e suportar, e quais deles uma perda inesperada poderia causar apuros financeiros e destruir anos de trabalho, para assim estudar a contratação do seguro adequado. Entre esses, podemos listar, três principais áreas:

 

Seguros de danos:

  • Bens – prédios e conteúdos
  • Quebra de máquinas
  • Obras civis
  • Roubo
  • Valores
  • Mercadorias em trânsito
  • Descumprimento de contratos
  • Seguro de crédito
  • Veículos automotores
  • Despesas fixas
  • Lucros cessantes

 

Seguros de responsabilidades civis, não obrigatórios:

  • Responsabilidade civil de produto
  • Responsabilidade civil de estabelecimentos comerciais/ industriais
  • Responsabilidade civil de guarda de veículos de terceiros
  • Responsabilidade civil do empregador
  • Responsabilidade civil de obras civis e/ou serviços de montagem e instalação de máquinas e/ou equipamentos
  • Responsabilidade civil de prestação de serviços em locais de terceiros

 

Seguros de Vida e saúde (para os empregados, seus familiares e a empresa):

  • Seguro de acidentes pessoais e doenças
  • Seguro de proteção de renda
  • Seguro de saúde empresarial
  • Seguro de vida empresarial
  • Plano de previdência empresarial

 

 

PREVIDÊNCIA EMPRESARIAL

Os planos de previdência complementar empresariais são aqueles contratados pelas empresas. Na fase de diferimento, ou acumulação, as contribuições são custeadas pelos empregados participantes durante a fase ativa de produção, e por muitas vezes, são suplementados por contribuições das instituidoras, ou empresas. A previdência empresarial nada mais é que uma previdência complementar, na qual o valor do benefício é calculado atuarialmente de acordo com o saldo da Reserva Matemática individual acumulada (total das contribuições do participante e da instituição, atualizadas), ao fim do prazo de diferimento, e o tipo de renda escolhida.

Esse sistema se organiza de forma autônoma e independente ao regime geral da Previdência Social, e a aderência ao plano é totalmente facultativa. Existem dois tipos de previdência complementar nos quais a empresa pode optar: plano de previdência aberto ou fechado.

A Previdência Complementar Fechada é composta por planos de benefícios administrados por fundos de pensão voltados somente aos funcionários das empresas e organizações que os administram, a empresa pode aderir a um fundo de pensão multipatrocinado ou criar uma entidade fechada de previdência complementar (EFPC) própria. O órgão do governo que fiscaliza essas atividades é a Superintendência Nacional de Previdência Complementar – PREVIC.

A Previdência Complementar Aberta é administrada por entidades abertas e seguradoras autorizadas, podendo ser adquirida por qualquer pessoa física ou jurídica. Sendo assim, se a empresa optar por um plano de previdência aberta, poderá contratá-lo por intermédio de um corretor ou diretamente em uma seguradora ou entidade aberta de previdência complementar (EAPC), que são responsáveis pela aplicação dos recursos e pela escolha de uma instituição financeira para fazer a gestão do dinheiro. As empresas de gestão de recursos de terceiros são fiscalizadas pelo Banco Central e pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), esta quando as aplicações incluem ações negociadas em bolsa de valores. O órgão do governo que fiscaliza essas atividades é a Superintendência de Seguros Privados – SUSEP.

 

Microsseguros

Página em Desenvolvimento

Compra do Carro

É importante ter em mente que as despesas com a compra de um carro vão muito além do preço de sua aquisição.



Compra do Carro

Comprar um carro é um sonho de grande parte da população brasileira. Mas é importante ter em mente que as despesas com a compra de um carro vão muito além do preço de sua aquisição.

A decisão de adquirir um carro deve ser tomada depois de ponderar o seu custo no orçamento familiar.
Mesmo que tem reserva financeira para comprar um carro à vista, deve considerar os custos de manutenção que podem vir a pesar nas despesas familiares.

 

 

 

 



Despesas com o carro

Custos com combustível, IPVA, DPVAT, revisões e seguro devem ser levados em consideração. Se o automóvel for comprado a prazo, a prestação do empréstimo também deve ser incluída no orçamento.

Se o carro for pago através de financiamento bancário, é importante não esquecer que as parcelas terão impacto no orçamento  durante os anos em que estiver sendo pago esse empréstimo.

Várias despesas devem ser consideradas na compra de um carro:

  • O valor a ser pago no ato da compra;
  • As prestações mensais do empréstimo, no caso de compra a crédito;
  • O Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), a pagar todos os anos;
  • Gastos com combustível;
  • Os seguros, e
  • Outros custos: revisões, estacionamento e reparos.

 

Crédito automóvel

A compra do carro com recurso a crédito vai implicar pagamentos regulares durante alguns anos. É importante considerar esta despesa no orçamento familiar ao longo do tempo em que decorre a amortização do empréstimo.

A escolha do prazo de financiamento afetará o valor da prestação mensal e o custo total de pagamento. Comparando créditos com as mesmas características, se possível opte pelo que tem prazos mais curtos, pois acarretam menores gastos com juros, mas as prestações mensais são mais elevadas. Veja o que cabe em seu orçamento.

As condições do crédito podem ser diferentes entre instituições de crédito. É importante comparar as várias alternativas.

Nunca se esqueça de, ao escolher uma modalidade, ler atentamente o contrato e tirar as dúvidas necessárias antes de assiná-lo.

Financiamento

A modalidade mais utilizada no Brasil, costuma ser feito através de Crédito Direto ao Consumidor (CDC).

É um empréstimo que tem o próprio automóvel como garantia. O valor inicial de um veículo não corresponderá ao valor total pago ao término do financiamento, pois há incidência de Imposto sobre Operações Financeira (IOF) e a instituição financeira cobra taxas de juros pela operação.

É possível vender este bem mesmo sem estar totalmente quitado, mas lembre-se, o bem tende a se desvalorizar com o tempo.

Consórcio

Um grupo se reúne, por meio de uma Administradora de Consórcio (que deve ser autorizada pelo Banco Central), para constituir uma poupança coletiva com o objetivo de financiar a compra de um bem ou serviço.

Periodicamente serão realizados sorteios para que algum(ns) consumidor(es) recebam a Carta de Crédito que possibilitará realizar a compra. Também é possível dar um lance para obtê-la antes do término do prazo.

Essa modalidade não cobra juros, mas há o pagamento de taxa de administração e ainda pode haver cobranças de taxas para fundo de reserva e seguro.

Como o consorciado contribui mensalmente, ele acaba se forçando a realizar uma poupança e a ter uma disciplina financeira, pois quem atrasa o pagamento fica sujeito a multas e não poderá participar dos sorteios.

Mesmo após ser contemplado, é preciso pagar as prestações do consórcio até o fim do prazo. E o consorciado terá que arcar com as diferenças caso o bem sofra aumento.

Leasing

Leasing, ou arrendamento mercantil, é uma espécie de locação com direito de compra no fim do contrato.

A instituição financeira compra o bem e cede seu direito de uso, e o consumidor paga por esse uso. Ao término do prazo, existe a opção de comprar o objeto em questão ou devolvê-lo à instituição financeira.

Os juros praticados são geralmente mais baixos do que em financiamentos, e é possível realizar leasing para qualquer tipo de bem e até 100% de seu valor.

No entanto, o veículo será da instituição financeira (ou empresa de leasing) e o consumidor só se tornará proprietário ao término do contrato, caso opte por comprá-lo e efetuando o pagamento do Valor Residual Garantido (VRG) previamente acordado em contrato.

Proteção financeira

Seguro automóvel

O seguro de automóvel tem como objetivo atender às necessidades dos segurados diante da possibilidade de eles terem prejuízo em razão de danos causados acidentalmente pelo uso de seus veículos ou resultante de ação de outras pessoas.

Existem cobertura que vão desde proteção por responsabilidade civil - que protege o segurado caso venha a ferir ou causar danos ao patrimônio de terceiros, mas que não oferece qualquer cobertura para o próprio veículo- até uma cobertura compreensiva, que pode oferecer proteção para diversos danos físicos ou materiais causados por acidentes ou roubo.

O valor da importância segurada inscrito na apólice para cada cobertura representará o limite máximo de responsabilidade da seguradora. Este seguro pode também incluir outras coberturas facultativas.

 

Seguro prestamista

Se a compra for financiada, a instituição de crédito pode pedir garantias para se assegurar que o empréstimo será quitado, solicitando uma garantia pessoal. Normalmente, para essa garantia é exigida a realização de um seguro prestamista no ato da concessão do crédito.

O seguro prestamista é o seguro do financiamento. Tem o objetivo de garantir o pagamento de uma indenização à empresa que concedeu o crédito ao segurado, para quitação ou amortização da dívida contraída, na hipótese de ocorrer um dos riscos cobertos (morte do segurado prestamista, invalidez do segurado, etc.).

Saiba mais em Outros seguros.

 

Seguro garantia estendida

Há uma modalidade de seguro Garantia Estendida que se aplica somente a veículos automotores e a bens que possuem apenas garantia legal.
Nesta modalidade denominada Extensão de Garantia Reduzida, a vigência inicia-se após o término da garantia do fornecedor e que pode contemplar menos coberturas menores que aquelas oferecidas pelo fornecedor. É mais comum a comercialização deste seguro, por exemplo, com cobertura para problemas no motor do automóvel

 

Seguros obrigatórios

  • DPVAT - A compra de um carro gera a necessidade de pagar um seguro obrigatório para Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de via Terrestre (DPVAT) que tem uma finalidade social de amparar as vítimas, com danos pessoais, de acidentes de trânsito em território brasileiro, não importando quem causou o acidente.

    No entanto o seguro DPVAT, não isenta a responsabilização de algum acidente provocado pelo condutor que cause danos pessoal ou material a outrem. Para evitar prejuízos financeiros é importante contratar um seguro facultativo separadamente.

  • Seguro Carta Verde - Trata-se de seguro obrigatório dos veículos brasileiros, de passeio ou aluguel, quando em viagem aos países do Mercosul. Assim, este seguro destina-se, respeitadas suas condições contratuais, a indenizar diretamente ao terceiros ou reembolsar o segurado das despesas pelas quais seja civilmente responsável, em sentença judicial transitada em julgado ou em acordo autorizado de modo expresso pela seguradora, abrangendo:
    Danos Corporais e Materiais Causados a Terceiros
    Pagamento de honorários de advogado de defesa do segurado, bem como custas judiciais.

Nova Moradia - Comprar ou Alugar

Seja para comprar ou alugar, há que contar com despesas adicionais e avaliar o impacto de todas os gastos no orçamento mensal.



Nova Moradia - Comprar ou Alugar

Sair da casa dos pais é uma decisão muito importante e que sugere a existência de alguma poupança. Seja indo para um imóvel alugado ou mesmo quando se recorre a crédito imobiliário, além do valor do imóvel, há que contar com despesas adicionais e avaliar o impacto de todas os gastos no orçamento mensal.

 



Despesas com a casa

Manter uma casa gera custos mensais constantes que devem ser levados em consideração. São diferentes os perfis de cada pessoa, mas todos dependem de luz, água, gás, higiene e alimentação.

Além desses gastos, também é fundamental considerar se o imóvel será alugado ou comprado, se será em condomínio fechado, seguros e os impostos municipais e taxas que podem ser cobradas em sua região.

Faça um orçamento familiar para conhecer todos os seus gastos e receitas financeiras. Ao contrário do que muitos pensam, fazer um orçamento não é para eliminar os gastos com coisa que possam gerar prazer, na verdade, é para facilitar o gasto correto e consciente que não gere dívidas e dores de cabeça futuras e desnecessárias.

Saiba mais sobre Orçamento.

Proteção financeira

Moradia é uma das necessidades básicas do ser humano e ninguém deseja ficar sem ter onde morar, ou perder os bens que compões sua casa.

Infelizmente, estamos sujeitos a imprevistos e tudo que foi conquistado com trabalho pode ser perdido de uma hora para outra se não houver o planejamento correto.

Para nos proteger dos impactos financeiros que os eventos inesperados podem trazer, é que existem os seguros. Eles podem ser considerados como despesas que visam dar mais tranquilidade à rotina das pessoas.

Reveja seu planejamento, analise o que é essencial para a manutenção do seu padrão de vida e pesquise os tipos de seguro que podem atender às as necessidades em sua casa. Considere os custos com moradia em si, com os bens interiores ou até mesmo consequências reversas de alguma atitude de seu animal de estimação ou de alguém que lhe preste um serviço.

Aluguel

Ao escolher uma casa o ideal é que seja considerada a distância ao local de trabalho ou a outros locais de referência, os gastos com transportes, condomínio e impostos. Nos dias de hoje também não podemos deixar de considerar a segurança da região.

  • Seguro residencial - Uma residência possui bens importantes para a manutenção de seu padrão de vida. Desde cadeiras até televisões de última linha, quanto custaria repor esses objetos se fossem destruídos em um incêndio?

    O seguro residencial é de tipo compreensivo - assim denominado por conter diversas coberturas, sendo que é obrigatória a contratação da cobertura contra riscos de incêndio.
    Este seguro é destinado a residências individuais, casas e apartamentos, habituais ou de veraneio.
    Saiba mais

  • Seguro condomínio - As áreas comuns de um condomínio (de casas ou prédio) são obrigatoriamente seguradas, com coberturas para a edificação, abrangendo unidades autônomas e partes comuns do condomínio.

    Facultativamente pode oferecer cobertura para o conteúdo, consulte com a administração do condomínio se há seguros para o conteúdo de seu imóvel é segurado e qual é a extensão dessa garantia.

  • Seguro fiança locatícia - Tipo de seguro criado para substituir o fiador e garantir ao proprietário do imóvel o recebimento dos aluguéis e encargos não pagos pelo inquilino.

    O segurado (que receberá a indenização em caso de inadimplência) é o proprietário do imóvel (locador). Por outro lado, o inquilino representa o risco a ser garantido e é ele (locatário) quem paga o seguro.
    Esse produto visa agilizar a aprovação das propostas de aluguel, principalmente para quem não consegue oferecer um fiador tradicional.

  • Capitalização fiança - O título de capitalização também pode substituir o fiador e garantir ao proprietário do imóvel o recebimento dos aluguéis e encargos não pagos pelo inquilino.

    O Título fica atrelado ao contrato de locação, em forma de garantia, e pode ser resgatado pelo dono do imóvel em caso de inadimplência do inquilino. Ao termino do contrato, se o proprietário do imóvel tiver recebido tudo o que estava previsto, o locatário pode resgatar os recursos do título de capitalização.
    Essa alternativa de fiança tem o atrativo adicional para o inquilino de participação nos sorteios de prêmios, durante a vigência do título.

Compra da casa própria

A compra de uma casa representa um dos investimentos mais onerosos na vida das pessoas. Portanto, deve ser avaliada cuidadosamente. Mas não considere apenas o preço de compra, analise também a eventual necessidade de reformas e o seu custo.

Se for realizado um financiamento, gerará um compromisso mensal significativo, que limita o dinheiro disponível para outros fins e a capacidade de contrair outros créditos.

Quanto maior for o prazo, menor será a prestação mensal, mas maior será o total de juros a pagar durante tempo do empréstimo. Planeje para que o custo do financiamento não ultrapasse 30% de sua renda mensal!

  • Seguro habitacional - No financiamento imobiliário é obrigatória a contratação de um seguro habitacional que tem 2 coberturas:
    • Morte e Invalidez Permanente (MIP) e
    • Danos Físicos aos Imóveis (DIF).
      Este seguro é atrelado ao financiamento, e cobre exclusivamente danos físicos ao imóvel, portanto, o conteúdo está desprotegido, da mesma forma que riscos contra eventuais ações na Justiça por responsabilidade civil. Para ter essas garantias, é recomendado contratar um seguro residencial.
  • Seguro residencial - Uma residência possui bens importantes para a manutenção de seu padrão de vida. Desde cadeiras até televisões de última linha, quanto custaria repor esses objetos se fossem destruídos em um incêndio?

    O seguro residencial é de tipo compreensivo - assim denominado por conter diversas coberturas, sendo que é obrigatória a contratação da cobertura contra riscos de incêndio.
    Este seguro é destinado a residências individuais, casas e apartamentos, habituais ou de veraneio.
    Saiba mais

  • Seguro condomínio - As áreas comuns de um condomínio (de casas ou prédio) são obrigatoriamente seguradas, com coberturas para a edificação, abrangendo unidades autônomas e partes comuns do condomínio.

    Facultativamente pode oferecer cobertura para o conteúdo, consulte com a administração do condomínio se há seguros para o conteúdo de seu imóvel é segurado e qual é a extensão dessa garantia.

Móveis e utensílios

Ao equipar a casa, comprar eletrodomésticos, moveis ou eletrônicos é feito um grande investimento. Alguns desses objetos podem ter um custo de reparação elevado e deve ser considerada a possibilidade de ser feito um seguro de garantia estendida.

Analise quantas vezes é provável que o bem necessite de reparos, os custos que isso pode acarretar e compare com o preço do seguro para poder fazer uma escolha mais acertada na escolha da contratação.

Seguro garantia estendida - Ao equipar sua casa, é provável que seja necessário comprar novos eletrodomésticos, moveis e utensílios. Isso pode gerar um grande investimento e o ideal é que não seja preciso se preocupar com novos investimentos desse tipo por um bom tempo.

Para isso, é possível estender a garantia de fábrica dos produtos adquiridos com o seguro de garantia estendida.
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Família

A organização de receitas, despesas e a divisão de responsabilidades nas decisões de poupança e de investimento são alguns dos aspectos que devem ser tidos em conta no planejamento familiar.



Família

Deixar a casa dos pais ou, até mesmo, a sua própria casa, para constituir uma nova família é uma das decisões mais importantes da vida madura. Nessa etapa da vida, você provavelmente já conquistou sua independência financeira, já organizou seu orçamento pessoal, portanto já deve também ter noção de como manter o planejamento financeiro em foco.

Nesse momento de grandes mudanças é fundamental para o família compartilhar seus sonhos.  Assim como é importante pensar na divisão das responsabilidades domésticas, o mesmo cuidado deve ser tido com a vida financeira.

Cultive o hábito de conversar sobre as finanças com os demais membros da família. A educação financeira é uma lição que deve promovida no ambiente familiar desde cedo, pois, apesar de as pessoas terem comportamentos financeiros distintos, muito se aprende com as atitudes tomadas no ambiente familiar. 

A vida em família pode ser muito mais feliz se estiverem preparados para lidar juntos com as incertezas do caminho.

 



Orçamento familiar

Quem já organizou o orçamento pessoal não vai encontrar dificuldades em preparar também o orçamento familiar. Mas se ainda não organizou o orçamento, não se desespere, sempre é tempo de aprender e de colocar em prática essa ferramenta tão importante para o planejamento financeiro de sua família.

Quando o assunto é orçamento familiar, nada melhor que reunir os familiares e explicar para todos como é importante ter o orçamento organizado para que se possa analisar de onde vem o dinheiro (receitas), para onde vai o dinheiro (despesas), qual a economia da família (receitas - despesas), quanto ela pode gastar (consumir), e quanto ela precisa poupar (guardar) e investir para realizar seus sonhos. 

Assim como nas tarefas domésticas, defina os responsáveis pelo orçamento familiar.

  • Quem vai ser responsável por organizar e controlar o orçamento?
  • Quais são as fontes de receitas?
  • Quais são e como serão divididas as despesas?
  • Quem vai acompanhar os investimentos?

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Proteção financeira

A proteção financeira da família é uma das principais preocupações de seus provedores, principalmente quando se trata do seu futuro, bem como daqueles que dependem financeiramente deles para o seu sustento.

A vida é imprevisível, todos estão sujeitos a riscos (morte, invalidez etc.), justamente para minimizar o impacto financeiro desfavorável da ocorrência desses riscos e reestabelecer o equilíbrio financeiro da família, pode-se contratar um plano de seguro.

Todo planejamento deve contemplar investimentos que viabilizem a conquista de sonhos no futuro. Você pode querer abrir o próprio negócio, fazer uma pós graduação ou, até mesmo, a viagem dos sonhos, para essas conquistas podem ser contratados produtos de acumulação, como o PGBL e o VGBL, por exemplo.

Além das incertezas da vida e dos sonhos futuros, também é preciso se preparar para quando chegar a época de se aposentar. Para complementar a aposentadoria da Previdência Social (INSS ou Instituições semelhantes), também é possível contratar uma Previdência Complementar Aberta (Privada), proporcionando, desta forma, a tranquilidade financeira para manter o padrão de vida atual quando você não estiver mais trabalhando.

 

Casamento

Ao elaborar o planejamento financeiro, o casal pode contratar produtos que visem garantir a proteção financeira da família, bem como investir para a realização de sonhos futuros. 

Seguro viagem (lua-de-mel)

O primeiro plano de vários casais é embarcar em sua viagem de lua-de-mel logo após o casamento. Após terem escolhido o destino dos sonhos, comprado as passagens, reservado o hotel, os noivos devem verificar, em viagens internacionais, se algum país de destino exige a contratação do seguro. Caso o país de destino não exija a contratação ou se a viagem for nacional, o casal deve ponderar sobre a conveniência de contratar um seguro viagem.

Mesmo com todo o planejamento desse momento especial, imprevistos ainda podem acontecer. O seguro viagem garante a indenização no caso de ocorrência de riscos cobertos durante o período da viagem, que envolve o embarque, a estada e o retorno do viajante.

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Seguro de vida e acidentes pessoais

Quando ocorre a falta da pessoa que provê o sustento da família, o padrão de vida de seus dependentes tende a cair. Dificuldades financeiras também ocorrem no caso de a pessoa se tornar inválida, adoecer gravemente, ficar impedida de exercer sua atividade profissional, dentre outras hipóteses.

Os seguros de vida ou de acidentes pessoais são uma proteção financeira para o caso de ocorrer uma dessas fatalidades, pois receber uma indenização diminui os prejuízos financeiros que o segurado ou seu(s) beneficiário(s) poderão enfrentar, se algum dos riscos cobertos se concretizar.

Os seguros de Vida e de Acidentes Pessoais são contratos que garantem diferentes riscos que afetariam monetariamente você e sua família caso alguma coisa aconteça.

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Produtos de acumulação

Os produtos de acumulação podem ser usados para constituir uma reserva financeira para custear despesas como a compra do primeiro carro, o pagamento dos estudos, a viagem dos sonhos ou a abertura do próprio negócio.

VGBL (Vida Gerador de Benefícios Livres) e PGBL (Plano Gerador de Benefícios Livres) são planos por sobrevivência (de seguro de pessoas e de previdência complementar aberta, respectivamente) que, após um período de acumulação de recursos (período de diferimento), proporcionam aos investidores (segurados e participantes) uma renda mensal - que poderá ser vitalícia ou por período determinado - ou um pagamento único. O primeiro (VGBL) é classificado como seguro de pessoa, enquanto o segundo (PGBL) é um plano de previdência complementar.

A principal diferença entre os dois reside no tratamento tributário dispensado a um e outro. Em ambos os casos, o imposto de renda incide apenas no momento do resgate ou recebimento da renda. Entretanto, enquanto no VGBL o imposto de renda incide apenas sobre os rendimentos, no PGBL o imposto incide sobre o valor total a ser resgatado ou recebido sob a forma de renda.

No caso do PGBL, os participantes que utilizam o modelo completo de declaração de ajuste anual do I.R.P.F podem deduzir as contribuições do respectivo exercício, no limite máximo de 12% de sua renda bruta anual. Os prêmios/contribuições pagos a planos VGBL não podem ser deduzidos na declaração de ajuste anual do I.R.P.F e, portanto, este tipo de plano seria mais adequado aos consumidores que utilizam o modelo simplificado de declaração de ajuste anual do I.R.P.F ou aos que já ultrapassaram o limite de 12% da renda bruta anual para efeito de dedução dos prêmios e ainda desejam contratar um plano de acumulação para complementação de renda.

Em casos de dúvidas sobre questões tributárias, orientamos consultar a Secretaria da Receita Federal do Brasil.

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Filhos

É natural os pais se preocuparem com o futuro dos filhos que dependem financeiramente deles para o seu sustento. Nesse sentido, ao elaborar o planejamento financeiro, os pais podem contratar produtos que visem garantir a proteção financeira de sua família, bem como investir para a realização de sonhos futuros. 

Produtos de Acumulação

VGBL (Vida Gerador de Benefícios Livres) e PGBL (Plano Gerador de Benefícios Livres) são planos por sobrevivência (de seguro de pessoas e de previdência complementar aberta, respectivamente) que, após um período de acumulação de recursos (período de diferimento), proporcionam aos investidores (segurados e participantes) uma renda mensal - que poderá ser vitalícia ou por período determinado - ou um pagamento único. O primeiro (VGBL) é classificado como seguro de pessoa, enquanto o segundo (PGBL) é um plano de previdência complementar.

A principal diferença entre os dois reside no tratamento tributário dispensado a um e outro. Em ambos os casos, o imposto de renda incide apenas no momento do resgate ou recebimento da renda. Entretanto, enquanto no VGBL o imposto de renda incide apenas sobre os rendimentos, no PGBL o imposto incide sobre o valor total a ser resgatado ou recebido sob a forma de renda.

No caso do PGBL, os participantes que utilizam o modelo completo de declaração de ajuste anual do I.R.P.F podem deduzir as contribuições do respectivo exercício, no limite máximo de 12% de sua renda bruta anual. Os prêmios/contribuições pagos a planos VGBL não podem ser deduzidos na declaração de ajuste anual do I.R.P.F e, portanto, este tipo de plano seria mais adequado aos consumidores que utilizam o modelo simplificado de declaração de ajuste anual do I.R.P.F ou aos que já ultrapassaram o limite de 12% da renda bruta anual para efeito de dedução dos prêmios e ainda desejam contratar um plano de acumulação para complementação de renda.

Em casos de dúvidas sobre questões tributárias, orientamos consultar a Secretaria da Receita Federal do Brasil.

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Aposentadoria

O mais aconselhado é, ao longo de nossa vida laboral, poupar e investir uma porcentagem do que ganhamos para garantir nosso futuro.



Aposentadoria

A aposentadoria é a etapa da vida mais cobiçada pelos trabalhadores, mas para termos uma aposentadoria tranquila e despreocupada financeiramente é preciso se planejar.

Temos que ter consciência que nossos gastos podem aumentar e muito. Se você sonha em aproveitar o seu tempo livre viajando, praticando esportes ou fazendo diferentes cursos, os seus custos com lazer vão aumentar. Além disso os cuidados com a saúde nessa fase encarecem bastante, e, para quem recebe benefícios dados pelo seu empregador como seguro saúde, auxílio alimentação, cesta básica, etc. serão cessados com a aposentadoria.     

Há, porém, outros gastos que podem diminuir, como as despesas com os filhos, plano de aposentadoria, transportes e roupas.

A tão sonhada aposentadoria é possível sim! E o segredo é um só: Planejamento com disciplina.



Como se preparar para a aposentadoria

Para o trabalhador da iniciativa privada, ou pública, que recebe mais que o teto da aposentadoria pública (INSS), ou aqueles que almejam receber um salário superior ao valor do teto ao longo de sua carreira, será necessário complementar o benefício do INSS para manter o seu padrão de vida.

Para o trabalhador informal, autônomo ou empresário o desafio é ainda maior, pois precisam acumular o montante total necessário para a aposentadoria, uma vez que não contribuem para a aposentadoria pública.

Há diferentes formas de investir o seu dinheiro e acumular os recursos necessários para a aposentaria, o mais importante é separar sempre uma parte dos seus rendimentos durante a vida ativa, enquanto estiver trabalhando.

Os produtos desenhados especificamente para os fins de aposentadoria, e ofertados atualmente, são: PGBL, PRGP, PAGP, PRSA e PRI. A vantagem de quem contrata um plano de Previdência Complementar Aberta é que o valor anual destinado as contribuições do plano podem ser abatidas em até 12% da sua renda bruta anual no Imposto de Renda.

Então, quando começar?

O quanto antes. Deve-se pensar e poupar para a aposentadoria desde o primeiro dia de trabalho, pois quanto mais cedo começar e mais tempo você acumular, maior será o seu montante ao alcançar a idade desejada de aposentadoria.

Para analisarmos melhor o impacto da acumulação em função do tempo, ilustramos abaixo duas simulações diferentes:

Cenário 1:
Benefício Vitalício de R$ 1.000,00 a partir de 70 anos
Início de Contribuição (idade)
Contribuição Mensal (R$)
20 316,00
30 395,00
40 526,00
50 790,00
60 1.580,00
Tábua AT 2000 e taxa de juros de 0 %   Valores ilustrativos
 
 Cenário 2:
Benefício aos 70 anos com contribuições mensais de R$ 100,00  
Início de Contribuição (idade)
Provisão aos 70 anos  (R$)
Benefício Vitalício aos 70 anos
20 60.000,00  317,00
30 48.000,00  253,00
40 36.000,00  190,00
50 24.000,00  127,00
60 12.000,00  63,00
Tábua AT 2000 e taxa de juros de 0 %   Valores ilustrativos

 

No cenário 1 fixamos o valor do benefício vitalício em R$ 1.000,00 para uma aposentadoria aos 70 anos de idade, e calculamos o valor das contribuições em relação a idade de início de contribuição. Conclusão: Diante de um benefício fixado, quanto mais cedo começarmos a contribuir para o plano, menor será o valor mensal da contribuição.

No cenário 2 fixamos o valor das contribuições mensais em R$ 100,00 para uma aposentaria aos 70 anos de idade, e calculamos o valor acumulado e o valor do benefício vitalício em relação a idade de início de contribuição. Conclusão: Quanto mais cedo começarmos a contribuir para o plano, maior será o valor acumulado e maior será seu benefício mensal na aposentadoria. 

Regimes de previdência

O Sistema Previdenciário nacional é formado por três diferentes categorias:

Operado pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS): Inclui os todos os trabalhadores da iniciativa privada com carteira assinada, de filiação obrigatória aos trabalhadores regidos pela CLT. Autônomos podem contribuir também para a previdência pública, de maneira facultativa.

 

É um sistema de previdência organizado no âmbito de cada ente federativo (União, Estados, Distrito Federal e Municípios). É compulsória a filiação peloas servidores públicos ocupantes de cargos efetivos (que exigem concurso público) em seus Institutos de Previdência ou Fundos Previdenciários, quando existentes.

Nem todos os municípios instituíram regimes próprios, sendo assim, seus servidores titulares de cargos efetivos que não optarem por um regime próprio, são vinculados obrigatórios do Regime Geral de Previdência Social (RGPS).

 

  • Regime de Previdência Complementar

É um benefício opcional. É uma aposentadoria contratada facultativamente, que proporciona ao trabalhador um seguro previdenciário adicional, conforme a sua vontade, garantindo uma renda extra  ao trabalhador ou a seu beneficiário. Os valores dos benefícios são aplicados pela entidade gestora, com base nos chamados cálculos atuariais (que estabelece o valor da contribuição mensal necessária para pagar as aposentadorias prometidas).
O sistema complementar de previdência é Composto por dois tipos de Entidades:

  1. Entidades Abertas de Previdência Complementar: São Entidades constituídas sob a forma de sociedades anônimas (a partir da Lei Complementar nº 109/2001), que têm por objetivo principal instruir planos que podem ter coberturas de morte, invalidez ou sobrevivência. O órgão que regula e fiscaliza essas entidades é a SUSEP.
  2. Entidades Fechadas de Previdência Complementar: São Entidades organizadas sob a forma de fundação ou sociedade civil, sem fins lucrativos, acessíveis exclusivamente:
    1. aos servidores ou aos empregados dos patrocinadores; e
    2. aos associados ou membros dos instituidores.

O órgão que regula e fiscaliza as entidades fechadas é a PREVIC.

Previdência complementar aberta

Para muitas pessoas o dinheiro da aposentadoria pago pela previdência social não é suficiente para ter certo nível de conforto e garantir seu padrão de vida. Uma das maneiras de conseguir isso é fazer uma previdência complementar.

A Previdência Complementar Aberta está disponível a qualquer pessoa que tenha interesse em participar. Sua principal função é gerar renda para o participante, ao atingir a idade indicada na proposta de inscrição.

Diferentemente da Previdência Social, a acumulação dos recursos depositados no plano é particular, gerando uma Reserva Matemática individual. Além disso, o participante pode contratá-lo a qualquer tempo e não requer de vínculo empregatício - o produto é desenhado também para quem é ativo e não contribui com a previdência pública, como autônomos, empresários, diaristas.

Lembre-se sempre: quanto mais cedo começarmos a poupar e investir, melhor será o nosso futuro financeiro!

Se você é um pai preocupado com o futuro dos seus filhos, você pode contratar um plano de Previdência Complementar Aberta para seu filho menor de idade (desde o seu nascimento), assim ele já terá recursos acumulados quando começar a trabalhar. 

Saiba mais sobre a Previdência Complementar Aberta.

Morte

Essa é a única certeza que temos na vida... Então, por que não tratarmos esse assunto de forma natural, sem tabu?



Morte

Se você é o responsável financeiro da casa, ou ajuda a sustentá-la de alguma forma, prevenir a sua família do impacto financeiro que a sua falta pode causar é um gesto de solidariedade e amor para quem fica. Os gastos rotineiros da família com alimentação, com a casa, educação, etc. continuarão, enquanto que a renda mensal sofrerá um grande impacto negativo.

Mesmo quem acumulou um grande patrimônio para deixar de herança, deve se atentar que a transferência desse patrimônio para seus herdeiros requer custos, como de inventário e honorários advocatícios, e, por muitas vezes, o processo não é rápido.

Sabemos que a morte é um evento certo, mas, infelizmente, ela pode acontecer de forma inesperada, seja por uma doença ou por acidente. Não deixe sua família desamparada e com aperto financeiro neste momento delicado e frágil. Previna-se!  



Despesas por morte

A perda de um ente querido é um momento muito difícil para toda a família, todos estão sensíveis e angustiados. Para amenizar transtornos e preocupações da família é muito importante termos nossos documentos pessoais sempre muito bem organizados, mantendo sempre algum ente informado de sua localização.

Para quem tem patrimônio acumulado, é muito importante se preocupar ainda em vida e fazer um planejamento sucessório, principalmente porque a falta de planejamento pode pesar muito no bolso de seus herdeiros na hora da partilha dos bens.

Os documentos mais requeridos e necessários nessa ocasião são:

- Certidão de Óbito: comprova que a pessoa veio a óbito, será exigida como documentação para muitos procedimentos financeiros futuros, como pensão, seguro de vida, inventário, entre outros;

- Certidão de casamento ou Certidão de nascimento;

- Certidão de Nascimento dos filhos;

- Apólices de seguro: para qualquer seguro que tenha terceiros como beneficiários, pode-se requerer o capital segurado, como o seguro habitacional, seguro prestamista ou seguro de vida;

- Certificado de Plano de Previdência Complementar Aberta: os beneficiários designados na proposta terão direito a receber o valor do pecúlio, ou da reserva matemática, se a pessoa (falecido) estiver na fase de diferimento do plano de previdência privada aberta na data da morte. Entretanto, se o falecido estiver gozando do benefício na data da morte, os beneficiários só terão direito a pensão caso o plano contratado permita. Importante notar que o montante da reserva matemática ou do pecúlio dos planos de previdência privada aberta não entram na partilha do inventário, o valor acumulado é de direito exclusivo do beneficiário indicado na proposta. Saiba mais sobre Previdência Complementar Aberta;

- Relação completa dos bens, direitos e obrigações: entende-se como “bens” as propriedades da pessoa, carros, casas, terrenos, entre outros. Os “direitos” como o recebimento de algum crédito, por exemplo: ações judicias em andamento, eventuais créditos trabalhistas. E as “obrigações” são as dívidas. Essa relação completa constitui o seu patrimônio, ou espólio do falecido, que será partilhado pelos seus herdeiros;

- Testamento: documento que declara o que acontece com seus bens após sua morte, ou seja, é o documento em que a pessoa, ainda em vida, indica os herdeiros de seus bens e negócios. O patrimônio permanece sob propriedade do testador até a sua morte, e o documento pode ser alterado a qualquer momento, e quantas vezes desejar. Pelo Código Civil, se a pessoa tiver herdeiros necessários (cônjuge ou companheiro(a), e filhos, em sua falta os netos, ou os pais) ela poderá dispor livremente apenas 50% do seu patrimônio para quem quiser (outros familiares, amigos, entidades carentes, entre outros) em testamento, pois os outros 50% dos bens são reservados aos herdeiros necessários. Existem cinco tipos de testamento pelo Código Civil Brasileiro: público (artigos 1.864 a 1.867), cerrado (artigos 1.868 a 1.875), particular (artigos 1.876 a 1.880), de codicilo (artigos 1.881 a 1.885) e especiais (artigos 1.886 a 1896). O tipo de testamento mais seguro e usado é o testamento público, uma vez que o documento deve, obrigatoriamente, ser registrado por tabelião em cartório de notas na presença de duas testemunhas, sem necessidade de um advogado. O testador terá o custo do cartório, e de honorários advocatícios caso queira contratar advogado. Já os herdeiros, na existência de testamento,  deverão abrir um inventário judicial, e arcar com os custos;

- Inventário: é a formalização da divisão e transferência do patrimônio (bens, direitos e obrigações) do falecido aos herdeiros. O prazo para abertura de inventário é de 60 dias da morte do ente – art. 983 do Código de Processo Civil, após esse prazo os herdeiros estão suscetíveis a cobrança de multa sobre o valor do imposto. O inventário pode ser judicial ou extrajudicial, sendo este feito por meio de escritura pública em cartório, de resolução mais rápida. Já o judicial, feito por intermédio de um juiz, ocorre quando houver divergências entre os herdeiros na partilha, herdeiros menores de idade, ou se o falecido tiver deixado testamento. O inventário é necessariamente acompanhado de um advogado. No caso extrajudicial, os custos são calculados sobre o valor total do patrimônio, que inclui o Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doações (ITCMD), emolumentos cartoriais para registro de imóveis e honorários de advogado. Já no caso de inventário judicial, enquanto os herdeiros não entrarem em acordo na partilha, mais tempo o processo irá perdurar, e mais custoso serão os honorários advocatícios, além disso, tem-se as custas judiciais proporcionais ao valor da herança (em vez da escritura), o ITCMD e os emolumentos cartoriais;  

- Doação em vida: é a transferência do patrimônio, ou parte dele, ainda em vida. A doação é feita por meio do pagamento do Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doações (ITCMD), podem ocorrer outros gastos, como em caso de bem imóvel, com a escritura e registro em cartório. O doador deve seguir a mesma regra de liberalidade disposta para testamento (artigo 549 do Código Civil), ou seja, havendo herdeiros necessários (cônjuge ou companheiro(a), e filhos, em sua falta os netos, ou os pais), apenas 50% do patrimônio poderá ser doado livremente, caso a doação não respeite a proporção legítima dos herdeiros, o herdeiro desfavorecido pode invalidar a doação, após o falecimento do doador. O Código Civil também limita a doação de todos os seus bens, “sem reserva de parte, ou renda suficiente para a subsistência do doador” (artigo 548), quanto a este tópico, há um artifício usado em doação de imóveis: o usufruto vitalício, em que o proprietário (doador) transmite o bem para outra pessoa, mas continua com o direito de usá-lo e administrá-lo até sua morte. A vantagem deste processo é a economia para os herdeiros, uma vez que o imposto é pago pelo doador ainda em vida, além de evitar conflitos familiares e delongas em processos de inventário.     

Proteção financeira

Seguro de vida

A principal função do seguro de vida é dar um suporte financeiro à família, seja em caso de morte ou sobrevivência do segurado.  O propósito de quem faz o seguro pode ter diferentes objetivos como: dar um fôlego financeiro para a família após a sua morte, cobrir as despesas necessárias de um inventário, financiar os estudos dos filhos, benefício complementar de aposentadoria, entre outros.

No seguro de vida em que a cobertura básica é a morte, na ocorrência de sinistro, o(s) beneficiário(s) indicado(s) na proposta receberá(ão) o valor de capital segurado em até 30 dias após a entrega de toda documentação necessária, disposta nas condições gerais do plano de seguro. Já o seguro de vida com cobertura por sobrevivência funciona como uma previdência complementar, no qual o próprio segurado recebe o benefício ao completar a idade escolhida na proposta de contratação.

O seguro de vida pode ser contratado com mais coberturas além da morte ou sobrevivência, como a indenização por invalidez, diárias de internação, perda de renda, entre outras. Saiba como contratar um seguro de vida, e entenda os diferentes tipos de cobertura antes de contratar.

 

Previdência Complementar Aberta (Pecúlio/Pensão)

A função principal da previdência complementar aberta é gerar renda para o participante ao atingir a idade indicada na proposta de inscrição, ou seja, o propósito da contratação de uma previdência privada é a complementação de renda para a aposentadoria.

Diferentemente da Previdência Social, a acumulação dos recursos depositados no plano é particular, gerando uma Reserva Matemática individual. Além disso, o participante pode optar por diferentes tipos de renda e escolher a idade para entrar em gozo de benefício, dessa forma, o valor do benefício mensal será calculado de acordo com as suas escolhas e o montante acumulado na reserva.

Sendo assim, se a sua renda é essencial para as finanças da casa, ou participa como um importante complemento, considere escolher uma renda vitalícia com reversão ao cônjuge e filhos menores de idade, ou uma renda com prazo mínimo garantido ao entrar em benefício. Pois assim não deixará sua família em apuros financeiros caso algo lhe aconteça no futuro.

Caso o participante vier a falecer antes de gozar do benefício de renda, ou seja, no período de diferimento do plano, o valor acumulado da reserva matemática será devido ao beneficiário indicado na proposta. Destacamos que este montante não entra na partilha do inventário.

Existem também as coberturas de risco dos planos de previdência:  

  • Pecúlio por morte  - Benefício sob forma de pagamento único, cujo evento gerador é a morte do participante. (Resolução CNSP 201/08);
  • Pecúlio por invalidez - Benefício sob forma de pagamento único, cujo evento gerador é a invalidez permanente total ou parcial do participante. (Resolução CNSP 201/08);
  • Renda por pensão (pensão aos menores, pensão ao cônjuge/companheiro(a) ou pensão por prazo certo) - Benefício de renda complementar aos beneficiários indicados na proposta de inscrição. O início do benefício de dá com a morte do participante do plano; e
  • Renda por invalidez - Benefício de renda complementar ao próprio participante em caso de invalidez. O início do benefício de dá caso o participante fique inválido.

 

Não confundam os benefícios de previdência privada discriminados acima com os benefícios do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS)!

Verifique seu vínculo com o INSS, e complemente a sua Renda com uma Previdência Complementar Aberta.

 

Assistência x auxílio

Qual a diferença entre auxílio funeral e assistência funeral?

Auxílio funeral - É uma cobertura do seguro de pessoas que garante o reembolso dos gastos referentes ao funeral, em caso de morte do segurado, conforme as condições contratuais.

  • É livre a escolha dos prestadores do serviço de funeral, ainda que a seguradora ofereça a alternativa de prestação de serviços.
  • As notas fiscais das despesas deverão ser apresentadas à seguradora para reembolso dos gastos.

Assistência funeral - é um serviço complementar ao contrato de seguro, sem direito a reembolso das despesas ao(s) beneficiários(s).

Serviços executados por prestadores indicados pela seguradora, sem livre escolha dos beneficiários.

Faça um levantamento antes de contratar qualquer plano, compare o tipo de cobertura e o valor de capital segurado ou benefício, fique atento aos riscos excluídos! Verifique se a seguradora é registrada. Não contrate com empresas sem registro na SUSEP.

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